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Museu

O Museu do Relógio demonstra a enorme preocupação que norteou toda a vida do Professor Dimas de Melo Pimenta, em reconstruir a evolução tecnológica destes marcadores de tempo através dos séculos, reflete a sua vontade de compreender como o homem através do seu trabalho, reformula e aperfeiçoa sua técnica, criando novas tecnologias, aprimorando seu conhecimento. Por isso, não é apenas a dificuldade em se encontrar cada peça, nem mesmo o seu valor financeiro, que transformam uma visita ao Museu em algo fascinante.

A reabertura do museu é um marco na história da DIMEP, pois entrega à visitação pública uma das maiores coleções de relógios do país. O mesmo apresenta em seu acervo relógios de toda a parte do mundo, de várias épocas e lugares, de maneira a retratar o desenvolvimento tecnológico pelo qual os medidores de tempo passaram na história da humanidade. Como não poderia deixar de ser, dentro desse universo, o mesmo apresenta uma gama significativa de relógios de fabricação da própria DIMEP, que resume a evolução das fases pelas quais a empresa passou e sua contribuição para a indústria de relógios nos seus 70 anos de vida.

A tarefa de agrupar um número tão grande de relógios históricos e curiosos foi bastante árdua.

A coleção teve início em 1950, e desde então não parou mais de crescer, relógios originais são procurados por todos os lugares, em especial nos mercados de antiguidades que se realizam nas mais diversas cidades do mundo.

O relógio mais antigo apresentado no Museu foi fabricado por volta de 1620, na Alemanha. É um relógio portátil, semelhante a um relógio de bolso, todo de prata lavrada, em caixa cilíndrica, possuindo apenas o ponteiro de horas (o ponteiro de minutos só foi incorporado aos relógios a partir de 1670).

O Museu do Relógio demonstra a enorme preocupação que norteou toda a vida do Professor Dimas de Melo Pimenta, em reconstruir a evolução tecnológica destes marcadores de tempo através dos séculos, reflete a sua vontade de compreender como o homem através do seu trabalho, reformula e aperfeiçoa sua técnica, criando novas tecnologias, aprimorando seu conhecimento. Por isso, não é apenas a dificuldade em se encontrar cada peça, nem mesmo o seu valor financeiro, que transformam uma visita ao Museu em algo fascinante.